às sextas, num fugaz minuto, não sei o que digo, nem digo o que sei nas crónicas da rádio TSM

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

O que é que falta ao ensino privado para poder exercer com liberdade o seu projecto educativo (e ministrar o curso de medicina)?



O dossier do ensino de Medicina voltou à agenda política, com a abertura de mais um curso, desta feita, na Universidade de Aveiro. É sabido o nosso défice de médicos, fruto de uma oferta educativa de poucas vagas, e também, de uma permanente “cisma” ao longo dos anos, em não permitir a abertura de novos cursos, nomeadamente no Ensino Superior Privado. [...] (continua no audio)

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1 comentários:

João disse...

Eu não sei o que falta ao ensino privado para ensinar Medicina, mas sei o que não falta ao ensino público. São 6 anos de estudo intenso, dias inteiros e noites sem dormir. Férias que em 6 anos nunca aconteceram como deviam, fins-de-semana, nem pensar.Quatro meses finais de estudo intensivo de dia e de noite sem sair do quarto para um exame em Novembro que decide um futuro.É difícil de imaginar... talvez o ensino privado não esteja ainda ao nível de exigir semelhante esforço! Pelo menos é o que eu sinto.

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